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Comércio social: a nova forma de comércio

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Certamente que já muitos pensaram pelo menos uma vez nas suas vidas em investir dinheiro para aumentar a sua riqueza? Quantos, porém, o fizeram de facto?

 

Investir é uma dessas coisas que se fantasia fazer, mas poucos têm a coragem de empreender esta atividade porque, como sabemos, investir não oferece garantias.

 

No entanto, existe uma nova forma que poderia facilitar a tarefa para aqueles que querem tentar investir. Estamos a falar de comércio social.




Resumo: 

 

1. O que é investir e negociar

  • a. Comércio e investimento: diferentes objectivos

2. Comércio: um olhar mais atento

3. Para aqueles que querem começar: comércio social

4. Comércio social e as criptomoedas

5. Em conclusão: comércio social sim, mas com cautela

 

 

1. O que é investir e negociar

 

Embora muitas pessoas confundam as duas atividades pensando que são a mesma coisa, o investimento e o comércio são duas atividades diferentes, embora obviamente muito semelhantes.



Investir significa colocar capital em bens ou serviços na esperança de que eles aumentem de valor para que possa proteger o seu capital ou mesmo ter lucro. Quando se investe, compra um determinado bem, que como já dissemos pode ser um bem ou um serviço. Os investimentos são geralmente de longo prazo e, se bem sucedidos, ajudam o investidor a proteger o seu capital da inflação ou mesmo a aumentá-lo.

O objectivo dos investimentos é comprar ações na esperança de que, com o tempo, adquirem cada vez mais valor e, quando o investidor achar que chegou a altura, vende as acções a um preço mais elevado do que o preço de compra, preservando assim o capital ou mesmo obtendo um lucro.

 

O outro lado da moeda, porém, é muito mais amargo: se as acções compradas perderem valor, o investimento acaba por não ter êxito e, em muitos casos, com uma perda não negligenciável de dinheiro.

 

Quando falamos de investimentos que correram mal, não podemos deixar de mencionar a bolha dot-com, a bolha que marcou o encerramento de muitas empresas nascidas no sector das TI e viu empresas como a Amazon ou a Cisco em sérias dificuldades.

 

Ao negociar, por outro lado, falamos de preços de mercado a curto e médio prazo. O objectivo daqueles que comercializam, portanto, é aumentar o seu capital, e uma vez que os ganhos podem ser ainda maiores do que os investimentos, os riscos também o são. 

 

 

Comércio e investimento: diferentes objectivos

Para resumir tudo isto em poucas palavras, podemos dizer que aqueles que já têm muito capital não estão dispostos a arriscar, mas, pelo contrário, querem preservá-lo da inflação. De facto, se o Sr. Carlo Rossi tiver hoje um capital de 10.000 euros e decidir não o investir, este capital será certamente marcado contra a inflação. Por outro lado, se o Sr. Rossi decidisse investir, o capital permaneceria inalterado ou aumentaria.

 

Mas então quem negoceia? O comércio é a atividade que permite aumentar o próprio capital. É mais arriscada do que investir e se não tiver as competências necessárias, o risco de perder todo o seu capital é elevado.

 

 

2. Comércio: um olhar mais atento

 

Como já foi mencionado, a negociação é a compra e venda de bens financeiros para aumentar o próprio capital. O objectivo é comprá-los a um preço e vendê-los quando estes títulos ganham em valor, aumentando assim o seu capital. Esta é claramente a situação ideal. Pode acontecer que um determinado título adquirido a um determinado preço perca valor.



Por exemplo: pode acontecer que um certo título seja comprado a um preço de 100 euros, mas passado algum tempo, pode perder valor até atingir um preço de 80 euros. Nesta altura, se fosse vendida, não haveria ganho, mas sim uma perda de 20 euros.





A negociação é uma ferramenta perfeita para quem tem pouco capital: se souber como fazê-lo, ao contrário dos investimentos, pode ter um aumento de capital dentro de 4-5 anos. Como já dissemos, o comércio envolve investimentos a curto e médio prazo. 

 

 

3. Para aqueles que querem começar: comércio social

 

Pelo que foi dito, é fácil melhorar as finanças, mesmo que o comércio continue a ser um negócio arriscado, especialmente para aqueles que estão apenas a começar e não conhecem o seu caminho.

 

E é aqui que entra o comércio social. Provavelmente já terá ouvido este termo antes, em muitos anúncios de plataformas que oferecem precisamente este tipo de negociação. Mas o que isto é exatamente?

 

O comércio social oferece a possibilidade aos menos experientes, ou àqueles que não têm tempo ou energia para se dedicarem a esta atividade, de copiar literalmente outros comerciantes, dando a cada um a oportunidade de ver as suas próprias estratégias.

 

Uma questão que pode surgir é "porquê deixar os outros copiarem o que eu faço?" A resposta é muito simples: o comércio social tem lugar em plataformas que acomodam milhares de comerciantes; aqueles que decidem tornar as suas estratégias disponíveis a todos recebem bónus.

 

 

4. Comércio social e as criptomoedas

 

Escusado será dizer que uma área onde o comércio social é particularmente adequado é a das criptomoedas que são moedas virtuais; a mais famosa é certamente a Bitcoin, mas existem muitas outras, tais como o Ethereum ou a IOTA.

 

Desde a sua criação, a Bitcoin tem atraído milhares de investidores e há todo um mundo a descobrir sobre a compra e venda dos mesmos (devemos também lembrar que actualmente, para controlar o spread, tais moedas devem ser declaradas nas declarações fiscais mesmo que, na situação actual, não sejam tributadas). É graças ao comércio social que é possível começar a compreender os mecanismos e, pouco a pouco, aprender a investir por conta própria.

 

É preciso dizer que a criptomoeda é um mundo extremamente mutável, com uma simples declaração, o famoso empresário Elon Musk causou uma queda dramática do seu valor.

 

Mas também aqui, o mundo do investimento está sujeito a muitas variáveis, entre as quais a componente psicológica; basta uma simples declaração de uma pessoa famosa, um erro cometido por um CEO de uma empresa, para que os quadros se virem. E em tais casos é bom lembrar que não é apenas a empresa que perde, mas todos aqueles que investiram nela. 

 

 

5. Em conclusão: comércio social sim, mas com cautela

 

O comércio social é, portanto, uma ferramenta que pode facilitar a aprendizagem dos mecanismos que impulsionam o comércio e todo o mundo do investimento. Claro que deve ser feito com a máxima cautela, a gestão do risco deve ser feita de modo a não perder todo o capital.

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